Depois de meses de inatividade (aqui, no WTF? mantive uma certa frequência de posts), resolvi voltar para uma pequena atualização. E o que há para atualizar?
Bem, de volta a Faculdade, de volta os Pais (pelo menos um deles, por enquanto), de volta a mesma rotina de fazer milhões de planos e finalizar absolutamente nenhum deles – “quem sabe um dia” é a frase do século. Foram boas férias, talvez as últimas de verdade mesmo…
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Que merda de melodrama foi esse, hein? Puta que o pariu. Deu raiva só de escrever. Diria que essa reflexão teve um que de emo suicida, o qual, depois de morto, é referido pelos parentes como “uma pessoa alegre”, “um jovem de futuro”, e “quem é que ia imaginar que aquele menino tão bonzinho e tão maquiado ia cortar os pulsos e se matar?” Enfim, esqueça o que eu disse.
Self-pity is “the” disease of the youth nowadays. Culpa de quem? Provavelmente dos pais desses jovens. “Mimado é o caralho, eu sou é sensível… porra!” Basta visitar qualquer escola particular de classe média-alta para ver aquilo a que eu estou me referindo. The hell, basta olhar uma página de orkut de um adolescente de classe média-alta para ver aquilo a que eu estou me referindo.
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Tá, nem sei mais do que estou falando. Daqui a pouco vou começar a discorrer sobre como “no meu tempo era diferente” e que “ninguém mais joga pião e bafo” e, indo além, “bom mesmo era cigarrinho de chocolate, Rá-Tim-Bum e a seleção de 94.” E saudosismo ninguém merece – deixa pra quando eu começar a ficar careca.
lendo “Tender is the Night”, Fitzgerald. A passos de tartaruga. E estudar, que é bom, nada!
